Fundador da Tecnisa discorda de ataques de empresários à reforma tributária – 28/02/2020 – Painel S.A.

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Trégua fiscal Em meio aos crescentes ataques do setor de serviços à PEC 45, proposta de reforma tributária que tramita na Câmara, um empresário do núcleo próximo de Jair Bolsonaro assumiu o papel de conciliador. Meyer Nigri, fundador da Tecnisa, tem dito a empresários que é hora de dialogar. “Apesar de eu não concordar com a PEC 45, não gosto da forma como estão lidando porque tanto Rodrigo Maia como o governo têm sido receptivos para irmos lá conversar”, afirma Nigri. 

Guerra Nas últimas semanas, o grupo de empresários Brasil 200, fundado por Flávio Rocha (Riachuelo), elevou o tom do combate à PEC 45, defendida pelo presidente da Câmara. A entidade promoveu um evento para criticar a proposta e intensificou a escalada retórica nas redes sociais. 

Conta Nigri avalia que a PEC 45 afetaria o setor imobiliário, provocando alta no valor dos imóveis para manter a margem. Ele não é associado do Brasil 200, mas seu ideal de reforma tributária tem congruências com a proposta de Flávio Rocha, que defende o tributo sobre transações financeiras batizado de microimposto. A base do tributo pensado por Nigri seria outra. 

Leão  “Eu gostaria que fosse um imposto definitivo. Mas se não for, que seja pelo menos um adiantamento, que seria compensado na declaração do Imposto de Renda, tanto na pessoa física como na jurídica”, disse Nigri à coluna.

Bolso O empresário afirma  que a sugestão ajudaria a combater a sonegação no país. “Para quem já paga imposto, não mudaria nada: teve um adiantamento e vai fazer uma compensação. E os que hoje sonegam pagariam”, afirma.

Prosa

“Estamos no momento de conversar, conciliar, mostrar o impacto da proposta de reforma tributária e dar sugestões.”
Meyer Nigri, fundador da Tecnisa

 

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Com Filipe Oliveira e Mariana Grazini

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