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Rali de fim de ano segue a todo vapor e Ibovespa rompe marca de 117 mil pontos

Noel parece mesmo ter tido um capricho especial com os investidores brasileiros neste natal. As varejistas estão rindo à toa com as fortes vendas deste ano, que além do tradicional décimo terceiro, contou também com o impulso dado pelos saques do FGTS, resultando em uma soma superior a R$ 168 bilhões nas vendas, alta de 7,5% em relação a 2018.

No Brasil, a agenda teve apenas o IPC-S, que teve variação positiva de 0,86% até 22 de dezembro, segundo o FGV. O dado anterior foi de 0,87%.

O Ibovespa segue mostrando um fôlego interminável. No pregão de hoje, bateu recordes atrás de recordes, até fechar em alta de 1,16%, a 117.202 pontos, com um volume mais uma vez bastante interessante: R$ 16 bilhões. Em Nova York, as bolsas também renovaram seus picos históricos, mais uma vez em dose tripla: Dow Jones fechou em alta de 0,38%, S&P 500 subiu 0,52% e Nasdaq cravou alta de 0,78%.

Os destaques de alta foram bem pulverizados entre companhias de diferentes setores: Ainda no embalo da aquisição de 5,13% de seus papéis por parte do Itaú, a Qualicorp ON fechou em alta de 4,78%, com a Cogna ON (+3,57%) logo em seguida. As ações dos bancos subiram em bloco: Santander Unit (+1,73%), Bradesco ON (+1,41%) e PN (+1,45%), Itaú Unibanco (+1,33%) e BB ON (+1,03%).

O setor de consumo e varejo também fez a festa dos investidores nesta quinta-feira: Lojas Renner (+1,53%), Via Varejo ON (+1,29%), Lojas Americanas ON (+1,26%), Magazine Luiza (+0,68%), Iguatemi ON (+2,84%) e BR Malls ON (+0,66%).

Um dos destaques negativos, mais uma vez, envolveu a novela sobre a privatização da Eletrobras ON (-1,56%), mostrando que o capítulo de hoje, não agradou ao público. Já a Natura ON (-3%) perdeu valor, com o mercado ainda se acostumando à incorporação da gigante Avon.

Finalizando com o câmbio, o dólar à vista fechou em queda de 0,49%, a R$ 4,0615, encerrando mais um belo dia para o mercado financeiro tupiniquim.

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