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Ibovespa vai em busca de novas máximas

A semana abre sob a óbvia perspectiva de baixa liquidez em virtude do natal, mas ainda assim, tanto o Ibovespa quanto as bolsas americanas, podem aproveitar os últimos pregões de 2019, para emplacarem novos recordes.

Com alta acumulada de 31% no ano, o Ibovespa tem tudo para fechar 2019 com um dos melhores desempenhos dos últimos anos, projetando um 2020 ainda melhor, que possa inclusive superar o ano de 2016, que fechou muito próximo dos 39%.

No que se refere à economia, o tema de casa não apenas está sendo feito, como parece ter a importante concordância do legislativo: A Reforma Tributária, segundo Rodrigo Maia, pode ser votada ainda no primeiro semestre de 2020.

Em um ano marcado pela histórica e necessária aprovação da Reforma da Previdência, a queda da Selic para seu mais baixo nível na história e a retomada do crescimento econômico, a cereja do bolo foi o fechamento da primeira semana em nove anos, do risco Brasil abaixo dos 100 pontos, indicando que “expectativas foram criadas” em torno do Brasil e isso não se restringe ao mercado doméstico.

A melhora em nossa percepção de risco, somada com a diminuição do risco de recessão global, uma vez que o gatilho de uma guerra comercial entre EUA X China não deva ser disparado, ajudam a projetar um PIB acima de 2%, com o aumento do consumo, a retomada do crescimento industrial e diminuição do desemprego.

Mais de 60% das empresas que compõem o índice Bovespa, atingiram sua maior cotação histórica neste ano de 2019.

O secretário de desestatização, Salim Mattar, previu em entrevista ao UOL durante o final de semana, arrecadação de R$150 bilhões com a venda de estatais e de ações no ano que vem e a Eletrobras é a menina dos olhos para encabeçar este projeto.

A semana ainda reserva tempo para divulgação do IPC-S (índice de preços ao consumidor semanal) na quinta e do IGP-M (índice geral de preços) na sexta-feira pós Natal.

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